Aonde foi parar: França


Quinto maior artilheiro da história do São Paulo, França foi um dos melhores atacantes revelados pelo Brasil na década de 90. Um atacante completo, finalizava como poucos, era veloz e habilidoso. Começou sua carreira no Nacional do Amazonas, onde jogava mais como um segundo atacante. Em 1994, transferiu-se para o XV de Jaú, fazendo um bom campeonato paulista. Com isso, chamou a atenção dos olheiros do São Paulo, que levaram o atleta para o Morumbi. Começou na reserva de Müller, sendo uma opção para o segundo tempo. Aos poucos, conquistou a titularidade com os gols marcados e belas jogadas individuais. Foi campeão de dois Paulistões e uma Copa Rio-São Paulo, fazendo dupla com grandes atacantes, como Aristizábal, Dodô e Luis Fabiano. França também teve chances na Seleção, mas não conseguia repetir o mesmo desempenho com a “Amarelinha”. Com uma proposta de 12 milhões de reais, o atacante foi vendido ao Bayer Leverkusen. Em sua primeira temporada na Alemanha, o maranhense teve dificuldades para se adaptar ao novo estilo de vida e de jogo, ficando a maior parte do tempo no banco de reservas. Já na segunda temporada, assumiu a titularidade e teve boas atuações, tendo como companheiro de ataque o búlgaro Berbatov. Porém, lesões atrapalharam o restante de sua carreira no time europeu, decidindo então “mudar de ares” e ir para o Japão. Teve boa passagem pelo Kashima Reysol, onde jogou por seis anos. Em 2011, o craque anunciou que pararia de jogar. Apesar de toda sua família, inclusive sua filha, residir no Brasil, França vive ainda no Japão, onde leva uma vida tranquila. O ex-jogador frequenta festas com seus amigos socialites em Tóquio. Diferente da maioria dos atletas que se aposentam, França não deseja continuar no mundo do futebol, afirmando querer apenas “curtir” sua vida no país asiático e aplicar bem seu dinheiro. Uma das sua maiores frustrações foi não receber um novo convite do São Paulo para voltar ao clube do Morumbi, na qual desejaria fazer mais gols e se tornar o maior artilheiro da história de seu clube de coração. Mesmo de longe, diz torcer e acompanhar o Tricolor em suas competições. 


Blog C. Fernando

Administrador; 26 anos; Católico; Apaixonado por Eduarda Guidarini; Fanático por futebol; Futebol bonito não é melhor que o eficiente; Penalti não é loteria, mas sim treinamento e competência; Torcedor do Avaí, Real Madrid e Fiorentina.

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